CAPACIDADE DE ACO E EM CONCRETO!

 

Carta aberta s pessoas interessadas na EXIT! na passagem de 2017 para 2018

 

 

No ser por acaso que as dificuldades em formar governo, aps a eleio do parlamento alemo, mostram estar relacionadas com as centrais questes sociais e ecolgicas dos refugiados e do clima. Aqui se tornam claros os limites da aco do governo, que pretende lidar com os processos de destruio social e ambiental, desde o colapso de Estados at destruio das bases da vida, usando os meios da caixa mgica da imanncia capitalista: ora mais mercado, ora novamente mais Estado, e isto numa troca cada vez mais rpida ou, se necessrio, numa mistura de ambos. E, em toda esta confuso, deve ser exibida uma cara, ou um perfil.

 

pergunta preocupada de um apresentador de televiso, sobre se, perante os resultados eleitorais ambguos, seria de contar com instabilidade poltica, agora tambm na Alemanha como em outros pases europeus, respondeu um dos habituais especialistas acadmicos: "Tambm a Alemanha chegou agora Europa".Tem razo o professor, pois as instabilidades polticas esto cada vez menos longe da Alemanha. Mas o facto de ele ter transfigurado o estado de crise em igualdade europeia na normalidade mostra que ele no entendeu nada.

 

Com base no projecto modelo verde-rubro das reformas Hartz IV e na desregulamentao do mercado de trabalho, com o consequente trabalho precrio em massa, a Alemanha conseguiu obter uma vantagem de exportao na concorrncia entre pases em crise. A Alemanha pde assim funcionar como regio verde no meio de um mundo onde cada vez mais regies esto a tornar-se "poeira sufocante" (1). Embora os nmeros oficiais do desemprego tenham atingido um recorde de baixa, e este desenvolvimento tenha sido saudado como expresso de uma "economia robusta" tendo sido "positivamente" imaginados como inexistentes o emprego precrio, o aumento da pobreza e da insegurana social para todos os "no rentveis" mostra-se, o mais tardar com o fluxo de refugiados e migrantes, bem como com a escalada dos problemas ecolgicos, que uma "economia robusta" no a soluo, mas sim parte do problema. O crescimento atravs duma "economia robusta", que, para "especialistas" ignorantes dos limites lgicos e histricos da valorizao do capital, pode ter parecido a estrada real para a estabilidade poltica, estava associado a consumos de recursos e emisses poluentes ainda maiores e isto perante limites ecolgicos j atingidos que, por sua vez, produzem convulses sociais, levando as pessoas a fugir e a migrar.

 

Seria possvel ficar divertidamente a ver os jogos de resgate apresentados em torno do governo alemo, em que se pretendia resgatar ora a Alemanha, ora o prprio partido, ora a prpria pele poltica, se o riso no ficasse engasgado na garganta, perante o agravamento dramtico dos problemas. O socilogo Stephan Lessenich recordou, sob o ttulo "Ao nosso lado o dilvio" (2), que a incorporao atravs da valorizao capitalista, como base do crescimento, corresponde deslocalizao e externalizao das consequncias sociais e ecolgicas. Isto aplica-se, no em ltimo lugar, histria colonial da imposio do capitalismo e das estruturas de externalizao com ele criadas, que ainda hoje tm os seus efeitos. No entanto, Lessenich erra quando pensa que a lgica da expanso capitalista ainda capaz de se desenvolver. Pelo contrrio, a valorizao est a ser substituda pela desvalorizao. O imperialismo expansionista tornou-se imperialismo de crise, que j no se apresenta na figura da conquista de incorporao, mas como imperialismo de excluso (3). s neste contexto que a conversa de Lessenich sobre a externalizao ganha o seu dramatismo. Por um lado, as sequelas inicialmente deslocalizadas repercutem-se cada vez mais acerbamente da periferia para o centro como se diria na teoria da dependncia com as chamadas crises de refugiados e ambientais, com ataques terroristas e amoques. Nem fronteiras nem exrcitos protegem contra isso. Acresce que, no interior dos chamados centros, as manifestaes de crise saltam vista, na forma de crescentes processos de diviso social associados excluso dos "no rentveis", que tambm tm de ser mantidos sob controle, bem como nas sempre presentes crises financeiras, desde infraestruturas em dificuldades at crise de muitos dos sistemas de segurana social mais familiares. "Ao lado de ns o dilvio" no se aplica apenas viso dos processos de destruio e barbarizao que ocorrem com particular acuidade nas chamadas periferias, mas tambm aos processos de deteriorao que ocorrem dentro dos chamados centros, e no podem ser externalizados para a chamada periferia.

 

Parece ainda mais surpreendente que se evite o conhecimento dos fenmenos de externalizao ou da escalada dos processos de crise, de tal modo que d a impresso de que o conhecimento um "conhecimento secreto" de grupos marxistas, de organizaes polticas de desenvolvimento e do Papa Francisco (4). Mas mesmo aqueles que aparentemente tm acesso a esse "conhecimento secreto" permanecem inabalveis na imanncia capitalista: os esquerdistas continuam devotados luta de classes e, com isso, redistribuio do dinheiro e do poder. Organizaes polticas de desenvolvimento, como a Medico International, querem recuperar a capacidade de aco contra o discurso do medo e da impotncia, no "ignorando o que existe e est mal", mas atravs do "movimento real que abole o actual estado de coisas" (Karl Marx). O "movimento real" apressadamente identificado com a solidariedade prtica para com os refugiados, com clnicas de solidariedade auto-organizadas, com redes de vizinhana acompanhadas de "mudanas quotidianas nas relaes interpessoais, bem como nas atitudes morais ticas que as sustentam" (5). Embora o Papa Francisco critique o "fetichismo do dinheiro" e a "ditadura de uma economia sem rosto e sem um objectivo verdadeiramente humano" (6), como as suas crticas ao capitalismo no ultrapassam o nvel da circulao, busca uma sada numa tica, de acordo com a qual o dinheiro deve servir, em vez de governar, e a vida econmica e financeira deve retornar "a uma tica a favor do ser humano" (7). Em todo o caso, o "actual estado de coisas" no pode ser abolido persistindo a imanncia capitalista.

 

Em vista das experincias sociais de crise e de catstrofe, seria lgico reflectir criticamente sobre os limites da socializao capitalista, que se estabeleceram como um limite lgico com a contradio em processo do capital e agora tambm esto atingindo os seus limites histricos. Mas mesmo aqueles que percebem os fenmenos dos desastres globais esto assustados e, quando necessrio, fogem para o concreto, ou para o geral enquanto mau abstracto. s vezes so projectos concretos, ou concretos actores econmicos e polticos como destinatrios das exigncias, s vezes so apelos ticos-morais gerais ou vises abstractas que prometem orientao. Obviamente, no entanto, pretende-se evitar a todo custo a questo de como os fenmenos individuais, desde a fuga das pessoas, passando pela deteriorao permanente das condies de trabalho e da estrutura social, at aos fenmenos de crise ecolgica que nos confrontam "no mau existente" tm a ver com a totalidade da situao social a ser abolida. Como essa questo ignorada por medo da impotncia poltica paralisante, pretende-se procurar a salvao numa aco que ocorre entre projectos, "intercesses" a actores econmicos ou polticos e apelos tico-morais, isto , pregao moral que salta para a frente e para trs entre o "concreto" e o "geral". Uma expresso do que cada vez menos possvel medida que a crise avana.

 

Aqui se mostra o que Robert Kurz j havia diagnosticado no incio do novo milnio como uma "sociedade sem reflexo": "Pretende-se simplesmente banir do pensamento a real contradio social, que no actual estdio no mais contornvel,  O sombrio fim do desenvolvimento moderno absurdamente festejado como transio para um "pragmatismo sem iluses". Juntamente com a crtica social, o pensamento reflexivo em geral que chega ao fim." (8)

 

Enquanto isso, esse "pragmatismo sem iluses" revela-se uma iluso perigosa. Nos processos de crise que se agudizam, cada vez menos possvel que a aco poltica amarrada forma da dissociao-valor continue a saltar para l e para c, entre as polaridades capitalistas do mercado e do Estado, da economia e da poltica. A interaco cada vez mais rpida e catica est a ficar com falta de ar. E ainda assim tem de se agir. Desenvolve-se o "pragmatismo sem iluses", que se orgulha de poder renunciar ao peso da irritante reflexo na forma de reflexo terica, com a consequncia interna de uma administrao da crise cada vez mais autoritria, de um "estado de excepo" que se torna o estado normal (9). Roswitha Scholz j havia assinalado h alguns anos a "viragem para o decisionismo autoritrio", ideologicamente emergente do esprito do tempo ps-moderno (10).

 

Actualmente, os refugiados so mais uma vez afectados por agravamentos autoritrios na administrao da crise. Os partidos que administram a crise assumem voluntariamente a exigncia da AfD de deportar refugiados para a Sria e negociar a sua admisso com Assad, cujo regime terrorista apenas alguns meses antes foi a razo para a guerra. Claro que a situao de segurana deve ser verificada com antecedncia assim proclama o grupo parlamentar da CDU/CSU. No entanto, isso no impediu a CDU/CSU e o SPD de discutirem se a proibio de deportao para a Sria terminaria at 30.6. ou na variante "humanitria" do SPD deveria ser estendida at 31.12. (11). De facto, o Ministro do Interior ampliara inicialmente a proibio de deportao para a Sria at ao final de 2018. A referida disputa mostra para onde a viagem e no s para os srios. Alm disso, o "estado de excepo" que se tornou "estado normal" pode ser visto actualmente na "catstrofe humanitria" que se perpetua nas condies dos campos de refugiados nas ilhas do Mar Egeu e em outros lugares.

 

Sob a presso para agir, desencadeada pela crise em agravamento, mesmo uma modesta reflexo perturba. A reflexo sociocrtica considerada suprflua e recusada como luntica teoria elitista que ignora os problemas concretos das pessoas. Um anti-intelectualismo agressivo denuncia a reflexo que procura compreender os fenmenos individuais, ainda que com limitaes, num contexto social que os transcende. A reflexo perturba o refgio que se busca em estratgias autoritrias e repressivas, perante a insolubilidade imanente dos problemas que se repercutem nas sociedades capitalistas. O desaparecimento da reflexo transforma-se em falsa imediatidade. Com a sua ajuda, a crise pode ser negada, problemas complexos podem ser concretizados e exorcizados pelo fetichismo da aco. No por acaso que neste conglomerado, em que o contedo e a ponderao reflexiva so marginalizados, Pegida, AfD etc. podem crescer e prosperar. Neles se articula a necessidade social de, em falsa imediatidade, concretizar problemas complexos nos culpados, que so rapidamente encontrados "nos" estrangeiros, "nos" refugiados, "nos" banqueiros, "nos" polticos. Os problemas que deixam de poder ser tratados parecem ser solveis se se puder acabar com as manobras dos supostos culpados. A fuga irreflectida para a falsa imediatidade tambm possibilita a qualquer momento activar a orientao racista, sexista, anti-semita e anticigana, bem como o seu manejo por uma administrao da crise que est sob presso para actuar, mas est integrada na forma social. Se os culpados e os responsveis forem identificados, os problemas podem "ser removidos do mundo pela aco imediata. Em vez de compreender que no pode haver solues para eles na forma da dissociao-valor, tenta-se exorcizar a impotncia da resultante com o fetichismo da aco." (12)

 

Esta uma estratgia prxima do carcter social narcisista. A sua relao com o mundo exterior dos objectos est fundamentalmente perturbada. No pode seno incorporar os objectos, ou ento recus-los, ou destru-los como ameaadores (13). Os objectos e os contedos s podem ser "percebidos e processados em referncia directa ao prprio eu" (14). Caso contrrio, eles sero negados ou agressivamente repelidos, como excessiva exigncia ofensiva, ou como ameaa. Tambm nas situaes da vida dos indivduos parece cada vez mais difcil pensar alm da imediatidade dos fenmenos ou das experincias individuais. Em face das crescentes presses individuais no em ltimo lugar, por causa das interminveis coeres auto-optimizao e da ameaa omnipresente de falha, apesar de todo o esforo procuram-se defesas imediatas, isto , sem reflexo.

 

Esses contextos ajudam a entender como as pessoas ignoram to alergicamente ou recusam to agressivamente anlises complexas e exaustivas. Elas sentem-se impotentes e, com a falsa imediatidade do concretismo e do fetichismo da aco, bloqueiam uma sada, especialmente porque a reflexo terica na crise atinge os limites da viabilidade imanente, e no pode mais esperar por uma nova etapa num processo de desenvolvimento constante.

 

No so s os indivduos e os polticos que so bloqueados pela crise nas suas possibilidades de aco, mas tambm os movimentos sociais, que s vezes at estabeleceram como objectivo alternativas ao capitalismo. As suas opes de aco tambm esto limitadas imanncia capitalista. Ao invs de reflectir sobre a sua prpria incapacidade de aco no contexto formal da imanncia capitalista e avanar para uma crtica radical do capitalismo, o seu objectivo final parece ser participar na administrao da crise ou criar alternativas, sem passar pelo purgatrio da crtica radical da forma social. Assim, facetas individuais so extradas da totalidade das relaes, na iluso de poder criar uma alternativa num nicho. o que se passa com o dinheiro regional, os anis de troca e as lojas gratuitas, com a renda bsica ao nvel da misria, com a economia solidria e dos bens comuns, que no tocam na forma de socializao capitalista. Com isto no deve de modo nenhum ser subestimada a importncia humanitria da solidariedade para vencer a crise, contra o asselvajamento barbarizante na luta de todos contra todos. Dela, no entanto, no surgem alternativas sociais globais barbarizao inerente socializao capitalista.

 

Para que os processos de crise no continuem a conduzir barbarizao no pode ser feito menos do que "abolir o actual estado de coisas". No se pode conseguir capacidade de aco sem o reconhecimento e a negao do que constitui este estado, como relacionamento formal social, ou seja, valor e dissociao, nem sem o confronto com o plano conexo, mas com dinmica prpria, da produo ideolgica, bem como com os planos cultural-simblico e psicossocial. Neste contexto, tambm a proclamao de um primado da prxis face teoria conduz ao erro, pois pressupe irreflectidamente, j sempre antes do "estado de coisas a ser abolido", a prxis e o sujeito seu suporte.

 

O que necessrio conseguir uma reflexo que possa distanciar-se do estado de uma sociedade fechada na forma capitalista (15). Isso pressupe uma ruptura epistemolgica com a forma e com o pensamento dela caracterstico nas polaridades do capital e do trabalho, do mercado e do Estado, mas tambm do sujeito e do objecto, da teoria e da prxis. Em vez de instrumentalizar unidimensionalmente o conhecimento terico de prtica em prtica, seria importante compreender a reflexo terica como um momento autnomo da emancipao social. Como mero instrumento da prtica, ela tem de permanecer dentro dos limites estabelecidos pela forma das relaes capitalistas. Nessa priso, ela torna-se "a Cinderela de premissas e modos de vida no cientficos e pr-cientficos que ela tem de servir como serva legitimadora" (16) tal como na Idade Mdia a filosofia era entendida como "serva da teologia".

 

" do interesse da prpria prtica que a teoria reconquiste a sua autonomia", diz a Dialtica Negativa de Adorno (17). O pano de fundo desta afirmao a percepo de que, na necessria unidade de teoria e prtica, a teoria foi derrotada e "tornou-se uma parte da poltica para fora da qual ela gostaria de conduzir; ela entregue ao poder" (18). Uma prxis diferente s possvel se a reflexo terica puder emergir da sua submisso funcional a uma prtica j determinada pelas circunstncias, e ganhar o seu prprio peso. E isso justamente no interesse da emancipao social, porque abre possibilidades de reconhecer e negar os limites impostos prtica pela socializao capitalista. Sem esse conhecimento, a "prtica, que sempre quer transformar, no poderia ser transformada" (19).

 

Mesmo duma teoria como elemento autnomo da prxis emancipatria no pode derivar uma estrada real para abolir o capitalismo, nem ser desenvolvido um modelo que depois devesse ser "implementado". A teoria no pode substituir a prxis emancipatria. Somente num movimento social que ultrapasse, negando-os, os limites estabelecidos pela forma capitalista so possveis vias para ultrapassar o capitalismo. Nesse sentido, seria importante, no contexto dos movimentos sociais, insistir e lutar por exigncias irrealizveis no capitalismo. Isso inclui a luta pela satisfao das necessidades humanas, bem como contra os baixos salrios e os empregos precrios, e pelos servios pblicos, em suma: por tudo o que possvel, dada a riqueza material e o estado das foras produtivas, mas falha, dado o constrangimento de a riqueza material no capitalismo s poder ser representada e ter significado como riqueza abstracta (20). Nesse sentido, um "mundo diferente seria possvel", mas apenas em ruptura com a forma capitalista de riqueza abstracta. Seria necessria uma orientao para as necessidades das pessoas e para os bens de que necessitam. As exigncias correspondentes tero, portanto, de saber e deixar claro que no so de modo algum erguidas para l de uma situao "alm da forma do valor e da dissociao", mas indicam a necessidade de abolir essa forma e declaram a reivindicao nesse sentido. No entanto, essa pretenso j seria desmentida se, no interesse da "mediao" e da "capacidade de mobilizao", no devessem mais ser abordados os limites da forma social capitalista a ser abolida. A reflexo terica ter de se opor a isso; pois "nenhuma teoria tem o direito de, em nome de uma modstia agitadora, se colocar de modo estpido contra o estado de conhecimento objectivamente alcanado. Ela precisa reflecti-lo e lev-lo adiante. A unidade entre teoria e prtica no foi pensada como concesso fraqueza do pensamento que um produto disforme da sociedade repressiva". (21)

 

Contra a fraqueza do pensamento, numa sociedade que se recusa a reflectir sobre a sua prpria dinmica destrutiva, e procura compensar os limites imanentes da sua capacidade de aco com uma represso agravada, a EXIT! fortalece a reflexo terica sabendo que isso no basta para possibilitar uma sada da situao de barbarizao, mas, no entanto, um pr-requisito indispensvel. Com a crtica da dissociao-valor, est disponvel uma teoria que procura compreender o concreto e o geral, os fenmenos sociais e a totalidade social, na sua mediao, sem fugir para uma falsa imediatidade nem para uma m abstraco. Como esta forma de reflexo se torna ainda mais importante numa "sociedade sem reflexo" e deve poder ser encontrada pelas pessoas que no querem curvar-se presso da no reflexo, tambm este ano pedimos que apoiem o nosso projecto, tambm financeiramente, e agradecemos a todos os que nos acompanham, na anlise da crise e na "crtica da sociedade das mercadorias", com interesse e com apoio material.

 

Herbert Bttcher pela direco e pela redaco da EXIT!

 

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(1) Ver Stefan Grunewald, Zwischen Auenland und Grauenland [Entre a regio verde e a poeira sufocante], in: Klner Stadt-Anzeiger vom 28.4.2017.

(2) Stephan Lessenich, Neben uns die Sintflut. Die Externalisierung und ihr Preis [Ao nosso lado o dilvio. A externalizao e o seu preo], Munique 4/2017.

(3) Ver Robert Kurz, Weltordnungskrieg. Das Ende der Souvernitt und die Wandlungen des Imperiums im Zeitalter der Globalisierung, Bad Honnef 2003. Traduo portuguesa a publicar pela Antgona, Lisboa: A Guerra de Ordenamento Mundial. O Fim da Soberania e as Metamorfoses do Imperialismo na Era da Globalizao.

(4) Stephan Lessenich, ibidem, 23.

(5) Ver Thomas Seibert, Stiftungssymposium: Vom Kampf um eine Einwanderungs- und Postwachstumsgesellschaft [Simpsio da fundao: Sobre a luta por uma sociedade da imigrao e do ps-crescimento], in: medico international, rundschreiben 2/16, 4143.

(6) Papst Franziskus, Die Freude des Evangeliums. Das Apostolische Schreiben Evangelii Gaudium uber die Verkundigung des Evangeliums in der Welt von heute [Papa Francisco, O Evangelho da Alegria. A exortao apostlica Evangelii Gaudium sobre o anncio do Evangelho no mundo de hoje], Freiburg 2013, 97 (Nr. 55).

(7) Ibidem, 100 (Nr. 57).

(8) Robert Kurz, Das Ende der Theorie. Auf dem Weg zur reflexionslosen Gesellschaft, Berlin 2013, in: ders., Weltkrise und Ignoranz, a.a.O., 60-67. 66. Trad. port.: O fim da teoria. A caminho da sociedade sem reflexo, http://www.obeco-online.org/rkurz53.htm.

(9) Ver entre outros Giorgio Agamben, Ausnahmezustand, Frankfurt am Main 4/2014. Trad. port.: Estado de exceo, So Paulo, Boitempo, 2003

(10) Ver Roswitha Scholz, Die Ruckkehr des Jorge. Anmerkungen zur Christianisierung des autoritren Zeitgeistes und dessen dezisionistisch-autoritren Wende, in: EXIT! Krise und Kritik der Warengesellschaft, Heft 3, 2006, 157 175. Trad. port.: O regresso do Jorge. Notas sobre a "cristianizao" do esprito do tempo ps-moderno e sua viragem para o decisionismo autoritrio, http://www.obeco-online.org/roswitha_scholz5.htm.

(11) Ver Klner Stadt-Anzeiger de 1.12.2017.

(12) Leni Wissen, Die sozialpsychologische Matrix des burgerlichen Subjekts in der Krise. Eine Lesart der freud'schen Psychoanalyse aus wert-abspaltungskritischer Sicht, in: EXIT! Krise und Kritik der Warengesellschaft, 14, 2949, 31. Trad. port.: A matriz psicossocial do sujeito burgus na crise. Uma leitura da psicanlise de Freud do ponto de vista da crtica da dissociao-valor, http://www.obeco-online.org/leni_wissen.htm.

(13) Ver ibidem.

(14) Ibidem

(15) Ver Robert Kurz, Grau ist des Lebens goldner Baum und grun die Theorie, in: EXIT! Krise und Kritik der Warengesellschaft, Nr. 4, 2007, 15106. Trad. port.: Cinzenta a rvore dourada da vida e verde a teoria, http://www.obeco-online.org/rkurz288.htm.

(16) Robert Kurz, Auf der Suche nach dem verlorenen sozialistischen Ziel [Em busca do objectivo socialista perdido], in: Initiative Marxistische Kritik 1988, 9-99, 11.

(17) Theodor W. Adorno, Negative Dialektik, in: Gesammelte Schriften, hgg. von Rolf Tiedemann, Band 6, Frankfurt am Main 2003, 146f. Trad. port.: Dialtica negativa, So Paulo, Zahar, 2009.

(18) Ibidem, 146.

(19) Ibidem, 147.

(20) Ver Claus Peter Ortlieb, Ein Widerspruch von Stoff und Form, in: EXIT! Krise und Kritik der Warengesellschaft, Heft Nr. 6, 2009, 2354. Trad. port.: Uma contradio entre matria e forma, http://o-beco-pt.blogspot.pt/2010/06/claus-peter-ortlieb-uma-contradicao.html.

(21) Ibidem, 206.

 

 

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